sábado, 10 de julho de 2010
Cipriano Luckesi
Cipriano carlos luckesi
No texto o autor nos diz que que a avaliação esta ligagda a ação que o professor deve ter com o aluno, a busca por resultados que possam vir no decorrer do processo, e procurar no seu decorrer tirar o melhor resultado possivel do aluno, mesmo que isso seja dificil. É nesse contexto que parece a figura do professor como mediador de pratica educativa e pedagogica. A pratica pedagógica e a pratica educativa, por si, fazem mediações: elas são meios pelas quais a estética (arte e espiritualidade), a ética (cultura axiologica de uma comunidade) e a ciencia (conhecimentos objetivamente constituídos) chegam aos educandos. Tambem nos fala do proifessor sentir e agir ou interagir com o educando, o educador não impoe ao educando oque ''ele deve ser'', mas, com ele, busca o caminho para que se torne oque necessita de ser, como anseio de sua essência, de sua alma (alma aui não esta compriendida como fenomeno religioso), mas sim como âmago de cada um de nós, (como o centro de nossos anseios). A avaliação subsidia o diagnostico do caminho e oferece ao educador recursos para o reorienta-lo. Em função disso, há nessecidade de solidariedade do educador como avaliador, que oferece continência ao educando para que possa fazer o seu caminho de aprender, e por isso mesmo desenvolver-se.
O cara é bom...
quinta-feira, 8 de julho de 2010
ARTIGO CURRICULO PARA ALÉM DA PÓS-MODERNIDADE
O artigo trás várias informações fundadas em teóricos e filósofos sobre a escola e o currículo, cujo núcleo é a análise dos processos de seleção e organização dos conhecimentos veiculados pela escola. Neste contexto são investigados a relação de poder, a ideologia, o controle social e a forma como os conhecimentos são selecionados, organizados e tratados pela escola, partindo do princípio que os currículos escolares, representados nos materiais didáticos e pedagógicos e na prática escolar, contribuem para a manutenção das desigualdades sociais.
ARTIGO DE MARIA APARECIDA SILVA, DA UNIVERSIDADE DE ITAÚNA
http://www.fe.unicamp.br/gtcurriculoanped/29RA/trabalhos/silvaMA.pdf
Beijos para todos e boas férias.
ps: a próxima reunião na minha casa, mando o endereço e o mapainha por email para todos.
Professor de Arte - Professor de Nada
Eu, Vinícius, estou trazendo minha sugestão de leitura:
O texto: A professora de Nada de Maria José Braga Falcão.
Minha sugestão durante a reunião do Pibid na casa da Gracy foi um texto de Fernando Hernández sobre a avaliação no ensino de arte, acabei trocando a leitura por esse novo texto por que tive contato com ele depois da reunião e achei-o muito bacana mesmo.
No artigo Maria conta a história da professora Alice, atuante em escola pública do interior do Estado de São Paulo.
A partir dessa personagem, aborda diversas questões pertinentes ao estado do professor de arte e sua relação com a escola, com os outros professores, com os alunos e si mesmo.
Faz um panorama mostrando o olhar do professor de arte sobre seu trabalho e como esse mesmo trabalho é visto pelos outros.
Traz temas pertinentes ao ensino de arte (como a sensibilidade) e como eles acontecem dentro da estrutura escolar.
Faz a síntese do que acontece em muitos ambientes escolares onde o professor de arte é visto como professor de nada.
Boa leitura!
Texto integral: http://www.artenaescola.org.br/sala_relatos_artigo.php?id=586
quarta-feira, 7 de julho de 2010
MODÉSTIA PARTE TAMBÉM SOU PROFESSOR...TAMBÉM QUERO DISCUTIR A EDUCAÇÃO
Apesar de falar da educação em Portugal percebi vários pontos em comum com a educação no Brasil
O TEMA ABORDA ALGUNS SUBTÍTULOS COMO:
A má escola que temos.os currículos e programas.fala sobre a crise enfrentada na educação,a educação democrática,a transmissão aparente do conhecimento onde o autor diz que a má escola é pior que a não existência dela
Agora também quero falar de reforma
A propósito quero falar de ideologias.onde o autor fala estarmos perante uma massificação da escola mal compreendida e mal orientada e da importância de se preparar jovens criticos com capacidade criativa.
Cuidado com as imitações ele aponta para o fato de copiarmos modelos europeus ou outros modelos que não dariam os mesmo resultados que lá pois cada lugar tem sua peculiaridades devendo ser adaptadas e não copiadas
http://www.apagina.pt/?aba=7&cat=1&doc=7041&mid=2
terça-feira, 6 de julho de 2010
Professora sim, tia não.Cartas de quem ousa ensinar.
Paulo Freire
Sexta Carta- Das relações entre a educadora e os educandos.
Neste capítulo o autor fala da influência que o prof. exerce positiva ou negativamente sobre os alunos.
Incluindo a questão do ensino aprendizagem, do processo do conhecer, ensinar, aprender.Fala também da autoridade, das virtudes do educador, bem como a identidade cultural dos educandos, etc..
O autor deixa muito claro que deve haver no educador coerência, entre o que ele diz e o que ele faz. O educando testa o educador, e ele só vai acreditar no prof. Quando for provado a sua coerência.
Desse modo, o profº deve lutar para acrescentar positivamente na vida dos seus alunos, isso deve ser feito de forma democrática, amorosa, implantando a alegria de viver.
Abaixo segue o link, espero que gostem. Beijos Rááh ;**
http://www.unipam.edu.br/educacaoespecial/materiais-digitalizados/16-livros-diversos/84-professora-sim-tia-nao-paulo-freire-.html
Ensinar não é transmitir - Juracy C. Marques
Como "matar" um professor
Gilberto Dimenstein
Há uma série de pesquisas mostrando o enorme estresse a que é submetido um professor, especialmente de escola pública, traduzindo-se em vários tipos de doenças, como ansiedade ou depressão. Ao perder o encanto de ensinar, ele estará, enquanto profissional, morto, esperando a aposentadoria.
Todos falam em inúmeros fatores por trás desta "morte": classes superlotadas, falta de estrutura das escolas, pais desinteressados, alunos violentos, poucos estímulos para premiar o mérito etc. Há, porém, um fator pouquíssimo comentado -e, na minha opinião, é dos piores porque se associa ao mau desempenho nas notas e favorece comportamentos violentos.
Tenho recebido uma série de estudos que revelam a altíssima incidência, nas escolas públicas, de doenças e distúrbios psicológicos em estudantes. Falamos aqui em no mínimo 30% dos alunos, alguns dos quais simplesmente não enxergam ou ouvem direito. Só a dislexia pode estar atingindo 15%. Temos na sala de aula um desfile de enfermos sem cuidados apropriados.
Isso significa que os governos deveriam ajudar as escolas a enfrentar problemas que não podem ser resolvidos pelos professores, a começar pela saúde chegando até a assistência social; filhos de famílias desestruturadas tendem a ter problemas em sala de aula. Exige-se, assim, um olhar mais sofisticado diante da educação.
Como esse olhar não existe e cada repartição do governo trabalha isoladamente, o professor acaba vítima de tensões que vão muito além da sala de aula. Esse é um dos fatores que explicam o enorme absenteísmo e rápida rotatividade em escolas públicas tanto de estudantes como dos professores.
Nessa "morte" do professor, a maior vítima, claro, é o lado mais frágil --o aluno, acusado de ser culpado por não aprender. E, aí, quem "morre" é o aluno, que passa a não ter interesse pelo conhecimento.http://www.udemo.org.br/Leitura_18.htm
muitos de nós tem presenciado depoimentos de professores e professoras descontentes com a situação da educação publica no Brasil. E temos ouvido histórias de professores afastados por estres e depressão. “Professore” que não veem a hora de chegarem as férias, os feriados e fins de semana. Porem muitos “alunos”, não mostram o menor interesse pelas aulas e também desejam que o tempo na escola passe rápido. Alunos estes que como temos debatido em nossas reuniões e podemos observar também no texto a cima podem vir de famílias desestruturadas e ter problemas físicos ,psicológicos ou cognitivos que dificultem o aprendizado e a relação professor-aluno. A vida em sociedade é cheia de regras e deveres, onde nossos direitos são comunitários, e com a diversidade de opiniões, até mesmo nossas necessidades básicas são regidas por um grupo de pessoas seletas, e nem sempre são realmente as necessidades de todos os indivíduos dessa comunidade. Isso me faz lembrar da música Comida de Arnaldo Antunes, Marcelo Fromer e Sérgio Britto.
bebida é água.
comida é pasto.
você tem sede de quê?
você tem fome de quê?
a gente não quer só comida,
a gente quer comida, diversão e arte.
a gente não quer só comida,
a gente quer saída para qualquer parte
a gente não quer só comida,
a gente quer bebida, diversão, balé.
a gente não quer só comida,
a gente quer a vida como a vida quer.
bebida é água.
comida é pasto.
você tem sede de quê?
você tem fome de quê?
a gente não quer só comer,
a gente quer comer e quer fazer amor.
a gente não quer só comer,
a gente quer prazer pra aliviar a dor.
a gente não quer só dinheiro,
a gente quer dinheiro e felicidade.
a gente não quer só dinheiro,
a gente quer inteiro e não pela metade.
bebida é água.
comida é pasto.
você tem sede de quê?
você tem fome de quê?
O que poderia ser feito para dar uma injeção de animo nos professores e nos alunos? Será que verificar as necessidades dos mesmos seria um bom começo?