domingo, 18 de dezembro de 2016

Colagens

       Durante os dias 3 até 7 de outubro aconteceu na Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO), o XII Simpósio de Arte-Educação organizado pelo Departamento de Arte. Nesses dias ocorreram muitas oficinas com convidados maravilhosos, dispostos a ensinar e transmitir todo conhecimento possível.

              A magnífica Professora Caroline Gervazio com a oficina de Colagem. Esta oficina proporcionou vivências maravilhosas para quem ama a área das Artes Visuais. Com um jeito único e especial, a professora Caroline trouxe uma oficina quem encantou a todos, até aqueles que tinham dificuldade com a prática. Abaixo algumas obras de Caroline Gervazio: 


               A oficina dividiu-se durante quatro dias de evento no período da tarde e trouxe um grande número de participantes que ousaram e participaram ativamente da oficina. Durante todos os quatro dias de oficina, a ideia era que fossem elaborados uma obra por dia. Com temas diferentes a cada dia, com novas ideias e novas práticas, a cada dia foi elaborado uma colagem diferente. Temas que iam de releituras de músicas até a temas do cotidiano misturados com a vanguarda dadaísta. Foram utilizados materiais como cola, tesoura, tintas e para o recorte foram usados jornais e revistas velhas para a montagem das obras. Outra ideia proposta pela professora Caroline foi que o suporte usado tivesse todos o mesmo tamanho para que os resultados fossem expostos na Exposição Arte ao Quadrado organizada e realizada pela Diretoria de Cultura da Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO). No final de toda a oficina, os resultados das colagens foram mesmo expostos e transmitidos para o público, fazendo com que não ficassem restritas apenas a oficina. 






Professora Caroline Gervazio

          A oficina envolveu os participantes e a professora, que com toda paciência desse mundo, conseguiu transmitir uma maravilhosa parte de seu conhecimento para todos que estavam ali presentes. Foi sem dúvida um evento inesquecível!! 


Por onde anda a dança?

          Durante os dias 3 até 7 de outubro aconteceu na Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO), o XII Simpósio de Arte-Educação organizado pelo Departamento de Arte. Nesses dias ocorreram muitas oficinas com convidados maravilhosos, dispostos a ensinar e transmitir todo conhecimento possível.

                  Uma das convidadas foi a ilustre Professora Dr. Márcia Strazzacappa, diretamente da UNICAMP, trouxe a Oficina: "Por onde anda a dança?", uma oficina teórico-prática voltada para futuros professores e também para os que já exercem a profissão. 

Professora Dr. Márcia Strazzacappa



          A oficina se deu por meio de jogos e brincadeiras corporais mostradas pela Professora e executada pelos participantes da oficina. Foi mostrado alguns vídeos para a apreciação e também a discussão de alguns textos como por exemplo, o texto da própria Professora Márcia, "A educação e fábrica de corpos". A oficina pretendia tratar de um assunto muito sério hoje em dia: a importância do Ensino da Arte, mais especificamente da Dança, na formação de cidadãos mais sensíveis. 




             A oficina dividiu-se nos dois primeiros dias do Simpósio e foram dois dias muito produtivos com pessoas dispostas a aprender e a absorver todo aquele conhecimento passados por uma profissional tão capacitada como a Professora Márcia Strazzacappa. No primeiro dia tivemos uma manhã com uma discussão que se tratava da trajetória profissional da Professora e também a discussão de alguns trabalhos elaborados por ela em outros cantos do Brasil e também do mundo. Respondemos também algumas perguntas referentes a memórias de infância sobre como a dança estava presente no nosso ensino e como lembrávamos desse ensino. Logo que respondidas essas perguntas, foi dado algumas práticas que se estenderam pelo segundo dia também. 
               Dentro dessas práticas encontramos algumas como conhecer e preencher os espaços da sala, caminhar pela sala produzindo alguns sons, algumas práticas corporais em grupo e também individuais. Partindo de elementos cotidianos para trabalhar as questões do corpo dentro da dança, como por exemplo, o ato de se espreguiçar é um dos melhores alongamentos para se fazer durante o dia (DICA DO DIA!!). 
                  Segundo relatos de graduandos do curso que participaram da oficina, foi "uma experiência proveitosa, já que tive o contato diferenciado sobre a dança contemporânea, além de ampliar meu repertório tanto teórico quanto corporal. As dinâmicas aprendidas na oficina poderão ser aplicadas na sala de aula em outros contextos, além da dança."
  





                     Foi um prazer muito grande poder conhecer a Professora Dr. Márcia Strazzacappa e ter a possibilidade de conhecer o seu trabalho de perto. Professora Márcia, volte logo, estamos a sua espera!!! 

Dança pra Ser - XII Simpósio de Arte-Educaçao

A oficina Dança pra Ser... O movimento no conhecimento de Si e do Mundo foi ministrada por Maria Eunice de Oliveira - doutoranda na UFPR, bailarina e coreografa. A oficina foi desenvolvida em quatro tardes nas dependências da Unicentro. Maria Eunice abordou sobre a importância do movimento como estímulo para a criatividade e conhecimento de si e do outro. Qualquer atividade desenvolvida pelo ser humano envolve o movimento e a corporalidade, logo as práticas corporais deveriam ser mais valorizadas, principalmente no ambiente escolar. A partir destas discussões a coreógrafa propôs dinâmicas em que os oficineiros deveriam explorar novas possibilidades corporais baseado em atividades do cotidiano. Após perceber a si mesmo  nas atividades, foi proposto a partir a interação com o próximo. Por fim , ressaltando a ludicidade e a oportunidade de se utilizar de musicas conhecidas por todos os presentes foi elaborada uma coreografia, a partir de método colaborativo, onde todos ajudaram a construir a composição, partindo de gestos e ações simples. Com isso Maria Eunice reforçou a importância da compreensão corporal de cada indivíduo, alem da presença do jogo, da brincadeira nas atividades propostas - sendo uma ótima ferramenta para despertar o interesse nos alunos no ambiente escolar.






Olá pessoal... Estamos aqui neste maravilhoso dia para fazer mais uma postagem referente ao XII Simpósio de Arte-Educação - CRIAtividade e Ludicidade, que ocorreu nas dependências da UNICENTRO... Pode parecer um pouco tarde para tal, porém, antes tarde do que nunca! 

→ Então... Nos dias 6 e 7 de outubro de 2016, tivemos a participação especial da Roberta Forte, Mestranda em Música pela UNESP, que ministrou a oficina intitulada “Corpo e Voz em Cena”.
            Esta oficina teve como intuito proporcionar vivências unindo o espaço cênico com a música percussiva, criando essa interdisciplinaridade entre duas linguagens artísticas. A oficina ocorreu intercalando dinâmicas e discussões de novas possibilidades de aplicação das mesmas no âmbito escolar, além de expor qual foi a sua compreensão musical e corporal proporcionada pela atividade.
            Primeiramente teve uma dinâmica para o aquecimento da voz e do corpo, acompanhada de outras atividades que iam se complementando.


➧ DESCRIÇÃO DINÂMICA:
Aquecimento de voz:
- Passar da flecha – A ministrante fazia uma sequencia simples de sons corporais, como bater palma e em seguida bater o pé, e “jogava” a flecha para qualquer pessoa da roda, e essa pessoa tinha que repetir tal sequência e passar para outra pessoa, e assim sucessivamente.
- Sons de “S” – A ministrante fazia de conta que pegava algo no ar, tipo um pequeno objeto e passava para a pessoa do lado fazendo um caminho no ar produzindo o som de “S”.
- Sons de “OM” – (boca fechada) – Idem o direcionamento da atividade de cima, mas desta vez com o som de “OM”, como o da meditação.
- Sons de “U” – (fantasma) – Nessa atividade, a pessoa passava utilizar e aquecer o corpo, caminhando dentro do circulo e levando o som de “U” até outro colega, porém esse caminhar seguia a movimentação do som produzido.
- Sons de “degustação” – A ministrante fazia de conta que estava degustando um alimento, passando para outra pessoa que produzia um som diferente, e assim de forma sucessiva.



Aquecimento corpo e voz:
- Música “É Meu” – A cada sequencia cantada da música, aquecia uma parte do corpo, ou seja, na primeira vez os pés “dançavam” de acordo com o ritmo da música, depois vinham os joelhos, as pernas, o quadril, o tronco até chegar na cabeça e aquecer o corpo todo.
- Movimentos corporais com sons – Cada participante da roda tinha que produzir um determinado som de acordo com a movimentação produzida por seu corpo, unindo corpo e voz como se um nascesse a partir do outro.


→ Após as atividades de aquecimento da voz e do corpo, passamos para outras dinâmicas, onde a primeira delas era a criação de uma cena teatral apenas com sons, onde os participantes foram divididos em trios e teriam que criar qualquer cena que lhes viesse à cabeça, mas utilizando apenas sons para descrever o que acontecia. Seguido da apresentação, havia uma breve discussão sobre as impressões causadas pelas apresentações e das descobertas e possibilidades observadas.
A próxima atividade, ainda em grupo, era criar uma paisagem sonora relacionando os sons com a movimentação do corpo, tendo em seguida a breve discussão da percepção de cada um. E por fim a ultima dinâmica apresentada utilizava um material diferente, que era o jornal. Então, foi distribuída uma folha de jornal para cada participante, e a primeira ação seria todos lerem juntos e em voz alta dois parágrafos de qualquer matéria, em seguida ler novamente os dois parágrafos escolhidos, mas quase sussurrando, e na próxima vez mudando o timbre da voz.
Depois, todos leriam mentalmente, mas a cada letra “P” encontrada nos parágrafos, fariam o som de “PIM”, e em seguida a cada “M” fariam “MMMMMM” fazendo um “caminho” com o corpo, depois a cada letra “B” fariam “BIP”, e por ultimo a cada “S” fariam “SSSSSS” fazendo novamente uma movimentação corporal de acordo com o som. E a ultima ação da dinâmica consistia em ler os dois parágrafos com raiva, terminando a leitura teatralmente amassariam o jornal, jogariam no chão e sairiam de cena.
            A ultima atividade para encerrar a oficina era o “Improvisão”, que consistia em, sentados em uma roda, iniciar com o silencia, e assim que os participantes se sentissem a vontade começariam a produzir sons com a boca, aumentando gradativamente a intensidade, em seguida iniciariam as percussões corporais chegando ao clímax da composição, depois a percussão ia parando voltando a ter somente timbres e sons diferentes, até finalizar no silêncio novamente.

            Essa oficina proporcionou experiências dinâmicas sobre o corpo e a voz em cena, além de ampliar vivências que podemos levar para a sala de aula em outros contextos!!!



Pibid no Salão de Extensão

         Durante os dias 22 a 24 de novembro ocorreu na Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO) o 9º Salão de Extensão de Cultura onde alguns pibidianos ministraram algumas oficinas. Uma delas foi a Oficina de Teatro e Fotografia do Absurdo ministradas pela Pibidiana Ana Luiza Bassani em conjunto a graduanda do curso de Arte Andressa Rodrigues. 
Segue abaixo os slides com a elaboração da oficina: 













A Brasilidade no Ensino da Arte no XII Simpósio de Arte-Educação

                Durante o dias 3 até 7 de outubro de 2016 ocorreu na Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO) o XII Simpósio de Arte-Educação realizado pelo Departamento de Arte. Em alguns dias ocorreram as comunicações orais de graduandos, ex-graduandos e também dos bolsistas do Pibid Música. No dia 6 de outubro de 2016, foi a vez da pibidiana Ana Luiza Bassani que apresentou o projeto Meu Brasil Brasileiro nomeado de Brasilidade no Ensino da Arte contando um pouco sobre o que foi o projeto e também as vivências e experiências. Segue abaixo os slides apresentados pela bolsista. 












quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Reunião sobre o projeto Street Art: das ruas para a escola

Durante o dia 17 de outubro, os pibidianos se reuniram com Mano Hood, um dos responsáveis pela transmissão da cultura Hip Hop na cidade de Guarapuava, para tratar de questões referentes ao novo projeto “Street Art: das ruas para a escola” desenvolvido pelo Pibid Arte/Música, o qual aborda a cultura Hip Hop. O objetivo da conversa com Mano Hood era sanar as duvidas a respeito de como desenvolver as questões referentes ao Hip Hop dentro da sala de aula.
Mano Hood, primeiramente, lembrou da importância de se tratar as diferentes culturas existentes e do cuidado que se deve tomar para não se criar estereótipos. Dessa maneira explicou que a solução é tratar o tema de forma aprofundada, para que os alunos possam compreender o contexto onde a cultura Hip Hop se desenvolveu e como ela se apresenta atualmente, explicando a trajetória do movimento desde seu desenvolvimento na Jamaica até os tempos atuais, onde permanece servindo de voz para as minorias.
O convidado também ressaltou a importância de se abordar os elementos que formam o Hip Hop: Dj, MC, Break e o Grafite. Com isso sugeriu que pick-ups fossem levadas para a sala de aula para que os alunos pudessem ter contato, buscando despertar neles um maior interesse sobre o assunto. Mano Hood, salientou ainda, que a questão da métrica e da musicalidade nas letras de Rap deveriam ser abordadas em aula e que um rapper deveria ser convidado para socializar com os alunos, assim como um grafiteiro e um dançarino de break, dessa forma valorizando o trabalho profissional de cada convidado. Segue abaixo a foto da reunião: