quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Pinacoteca de São Paulo

Durante a viajem a São Paulo, pudemos visitar alguns museus, entre eles a Pinacoteca, um museu de artes visuais com ênfase na produção brasileira do século XIX até a contemporaneidade. 

fachada da pinacoteca

Nele vimos várias exposições como: Arte no Brasil; Vanguarda Brasileira dos anos 1960; Coleções em Diálogo; Fora da Ordem; e a instalação Situações. 


Hélio Oiticica 
Relevo Espacial VT, 1960

Lygia Clark
Caixa e Trepante, 1964



Nelson Leirner
O Porco, 1967

Yves Klein
La Victoire de Samothraice (S 9), 1962

Cildo Meireles
Inserções em Circuitos Ideológicos: Projeto Coca-Cola, 1970


A Pinacoteca apresenta algumas iniciativas educativas para seus visitantes, organizadas por seu Núcleo de Ação Educativa (NAE).

Sempre atentos e em busca de novas formas de aprender com e sobre a Arte, nossos objetivos gerais são:
·         desenvolver ações educativas com base nas obras do acervo e naquelas apresentadas em exposições temporárias;
·         promover a qualidade da experiência do público no contato com as obras;
·         garantir a ampla acessibilidade ao Museu, além de incluir aquelas pessoas que habitualmente não são frequentadoras, incentivando-as à visitação.

Dominó perceptivo, encontrar nas obras as formas do outro lado da peça

Qual é a cor da Ventania?
Qual é a cor da Saudade?
Qual é a cor de São Paulo?

Quando chegamos no museu recebemos um jogo para encontrar a imagem do cartão nas obras  de arte, um jogo para praticar a observação.







Há um local onde você mesmo pode montar sua exposição dentro do museu, uma ideia para se trabalhar a organização e montagem de exposições com os alunos.




No site do museu ainda podemos encontrar jogos para o ambiente virtual, e podem ser encontrados pelos seguintes links:

A Pinacoteca é um museu com obras que todas as pessoas sonham em ver um dia, onde a cultura brasileira tem prioridade e a educação o seu espaço. 

Os "Conectados" representados em São Paulo

Nos dias 8, 9 e 10 de setembro, algumas bolsistas estiveram expondo trabalhos do PIBID Música na UNESP (Universidade Estadual de São Paulo) durante o evento VI Semana de Educação Musical - IA UNESP, com o tema "Práticas Criativas em Educação Musical como Fator de Desenvolvimento Humano". 

Como relato de experiência foi apresentado um resumo sobre a aplicação da segunda edição do projeto "Música e Tecnologia na Escola", ministrada a turma dos "Conectados" (projeto do Governo do Estado) do Colégio Leni. Alguns links sobre esse projeto já foram postados no blog, você pode ver eles clicando aqui.

Segue para conhecimento o pôster e o resumo apresentados no evento:

Daiane e Isabel em exposição de pôster no evento

Pôster apresentado
Resumo Expandido:
MÚSICA CONTEMPORÂNEA NA EDUCAÇÃO BÁSICA? PRÁTICAS CRIATIVAS COM USO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS
Isabel Cristina Rickli Ramos – PIBID/MÚSICA - UNICENTRO
Larissa Damaris Lorena de Oliveira – PIBID/MÚSICA - UNICENTRO
Daiane Solange Stoeberl da Cunha – PIBID/MÚSICA - UNICENTRO
Juliana Teixeira da Silva – PIBID/MÚSICA - UNICENTRO
Resumo: O presente relato de experiência apresenta os resultados obtidos na aplicação do projeto de ensino “Música e Tecnologia” que apresenta música contemporânea aos alunos e com produções feitas a partir de meios tecnológicos. Ministrado em uma turma especifica de ensino fundamental, e através do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência (PIBID) do Governo Federal, no subprojeto Arte/Música, presente na Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO), na cidade de Guarapuava, Paraná.
Palavras-chave: educação musical; arte e ensino; arte e tecnologia.
Introdução
O projeto de ensino “Música e Tecnologia na Escola”, foi construído e desenvolvido pelos acadêmicos e professores do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), do subprojeto Música da Universidade Estadual do Centro-Oeste - UNICENTRO, na cidade de Guarapuava –PR. Com principal objetivo de investigar possibilidades metodológicas em educação musical com o uso de novas tecnologias, este projeto buscou apontar caminhos possíveis para efetivação do ensino da música contemporânea na escola. O projeto foi realizado com a turma de 8º ano do ensino fundamental do Colégio Estadual Leni Marlene Jacob, a qual faz parte do projeto piloto denominado “Conectados” do Governo do Estado do Paraná, no qual os alunos têm contato com a tecnologia em sala de aula, com uso de tablets, projetores e caixas de som.
Metodologia/Fundamentação
O projeto foi construído com principal objetivo de aproximar os alunos da escola pública ao repertório de música contemporânea – eletroacústica – por meio de pesquisa sonora e processos criativos com o uso dos equipamentos digitais disponíveis na escola, de posse dos alunos e bolsistas do PIBID. Para a captação de sons foram utilizados aparelhos como os tablets, celulares, câmeras fotográficas e de vídeo ou gravadores; para edição e manipulação de áudio foi utilizado o software livre Audacity® como a aplicação de efeitos, filtros, inserção de tom, silêncio e ruídos, a manipulação de samples, mixagem de músicas e composição experimental.
Desenvolvimento/Descrição
A construção deste projeto teve como fundamentos teóricos: SCHAFER (2011); RAMOS (2007); GRANJA (2006); PUIG (2012). No desenvolvimento do projeto realizou-se apreciação de músicas eletroacústicas e criação de repertório de música contemporânea criada por meios eletrônicos, e houve ainda uma produção musical a partir de samples criados, captados e editados pelos próprios alunos. Cada plano de aula objetivava estimular a escuta ativa e a composição musical e a abordagem dos conteúdos curriculares de música.
1. Alunos na sala de informática editando os samples.
Conclusões/ Resultados
Com esse projeto percebemos a possibilidade didática de promover o ensino de música na escola pública por meio da aprendizagem da música contemporânea e a vivência em processos criativos com o uso de tecnologias digitais. Notamos que o contato com a música eletronica se tornou o elo de aproximação com a realidade dos alunos, pois eles tem contato intenso com as tecnologias, , assim como com o repertório de música pop eletrônica, a partir da qual foi possível despertar a motivação para o fazer musical criativo e a ampliação do repertório musical na escuta e manipulação de sonoridades atonais.
Referências
GRANJA, Carlos Eduardo de Souza Campos, Musicalizando a escola: música, conhecimento e educação, São Paulo:Escrituras Editora, 2006.

PUIG, Daniel. EletriCap - Relato de Experiência de utilização de meios eletrônicos para a educação musical no Ensino Médio de uma escola pública no Rio de Janeiro. 2012. 12p. Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFJR. Rio de Janeiro. Publicada nos anais da IV semana de Educação Musical IA-UNESP e VIII Encontro Regional sudeste da ABEM. São Paulo: IA-UNESP/ABEM, 2012. pp.224-233.

RAMOS, André. A aplicação de meios eletrônicos no Ensino de música: PLANEJAMENTOS E APLICAÇÕES DE estratégias PEDAGÓGICAS. Monografia (Licenciatura Plena em Educação Artística – Habilitação em Música) – Instituto Villa-Lobos, Centro de Letras e Artes: Universidade do Rio de Janeiro, 2007.

SCHAFER, M. Afinação do mundo. 2 ed. São Paulo: UNESP, 2011.


Logo será publicado pelo evento: http://visemedmusical.blogspot.com.br/


sexta-feira, 8 de julho de 2016

O que está rolando no Leni...

No momento todos nós pibidianos estamos nos focando na aplicação dos projetos, com a máxima atenção e cuidado com o ensino, e no Colégio Leni três projetos estão acontecendo:

As turmas de 9º ano estão estudando a cultura do nosso país com o projeto “Meu Brasil Brasileiro”, com produções musical, visual, teatral e com práticas de dança.


alunos apresentando a partitura gráfica criada para seus sons

Já na turma do 8º ano, os alunos estão produzindo sons com a segunda aplicação do projeto “Música e Tecnologia”. Essa turma em especifico faz parte do projeto “Conectados” do Governo do Estado, onde podemos usar os tablets com os alunos e a sala de aula é equipada com equipamentos como projetor e caixas de som.

Você pode conhecer mais sobre essa iniciativa nos links abaixo:

alunos na sala de informática editando seus sons

No período noturno também é trabalhado com turmas do 2º ano do Ensino Médio. Os alunos estão aprendendo com o projeto “Consom” sobre Arte Conceitual.

alunos na prática musical com percussão


alunos fazendo prática da técnica de Pollock



Em breve traremos analises de aplicações desses projetos!
Isabel

segunda-feira, 16 de maio de 2016

ANÁLISE E DISCUSSÕES SOBRE O LIVRO DIDÁTICO "ARTE EM INTERAÇÃO"

Uma das tarefas paralelas desenvolvidas pelo Pibid/Música este ano, é a leitura e análise do livro didático"Arte em Interação" para o ensino médio. Nossas primeiras discussões foram feitas a partir da leitura dos capítulos 01, 02 e 03 e compartilhamos aqui alguns dos tópicos discutidos e analisados.
Em geral percebemos que o livro organiza bem os conteúdos; trabalhando com questões e assuntos avançados, geralmente só vistos na graduação, e também aborda de forma significativa o desenvolvimento da arte no Brasil, valorizando assim, nossa cultura. A própria organização dos conteúdos favorece a hibridização das linguagens, assunto tão frisado em nossos encontros para os planejamentos de aula, bem como por todos os professores em nossa graduação. Destacamos também a intenção dos autores de criar certa linearidade histórica para melhor entendimento do aluno. Neste quesito de gerar melhor compreensão dos assuntos, o acervo de imagens, notas explicativas, textos complementares e sugestões de pesquisa de artistas, contribui para que o estudante absorva conteúdo e faça as associações com o momento histórico que se está abordando.
Entretanto, apesar de todos esses aspectos positivos, também observamos alguns aspectos negativos. O primeiro, foi a necessidade, em alguns momentos, de se separar as linguagens, abordando de forma mais profunda cada uma delas, para que então, o aluno compreendendo as características particulares, entenda de forma mais clara a hibridização destas. Em relação ao trabalho mais aprofundado das linguagens, observamos também, nestes primeiros capítulos, que a dança fica muito interligada com o teatro, parecendo mais como um suporte deste. Apesar do vasto conteúdo e informações gerais, as atividades sugeridas pelo livro ainda deixam a desejar, no sentido de melhor apreensão de conteúdo para os alunos. Por fim o último aspecto negativo que destacamos, é na verdade, uma pergunta que foi gerada nesta análise: diante de tantos conteúdos abordados em  cada capítulo, como trabalhar todos eles e, ainda assim, produzir uma aula dinâmica e interessante ao estudante, que não se prenda apenas na leitura do livro?
 Dessa última pergunta, acabamos concluindo que, em muitos momentos, o livro parece mais destinado ao professor do que ao aluno; já que devido a quantidade de conteúdos, cabe ao docente o desafio de  selecionar a forma e também os destaques, bem como as experiencias a ser vivenciadas, levando sempre em conta, as características particulares de cada sala.
A discussão e análise ainda está em andamento e sabemos que ela acrescenta em muito para a compreensão do trabalho da docência em artes, já que, o lecionar em nossa área é marcado pela subjetividade e liberdade, próprios da Arte, mas trazem consigo também a responsabilidade de sensibilizar, preparar e transformar os nossos alunos em cidadãos - agentes transformadores do meio em que estão inseridos.
Se você, professor, já trabalhou, ou trabalha com este livro, compartilhe suas experiências nos comentários abaixo.

terça-feira, 10 de maio de 2016

Oficina: Corpo e Movimento
A oficina de dança Corpo e Movimento foi realizado no dia 15 de abril de 2016 pelos bolsistas Larissa Lorena de Oliveira, Cristina Cieira Blasius, Jienefer Daiane Marek, Aline Canto, Fernanda Naiara Braz e Bruna Carolina Antonete do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência - PIBID – Música/Arte. A oficina foi realizada no Laboratório de Arte Unicentro (barracão), com duração de três horas (das 9h às 12h). O público em foco foram os próprios acadêmicos do curso.
            Inicialmente foram feitos alguns exercícios de alongamento, orientados pela acadêmica Larissa. Em seguida teve uma breve conversa sobre o estudioso Rudolf Laban. Ele é considerado o pai da Dança Moderna. Foi coreografo e dançarino, considerado um dos maiores teóricos de dança do século XX. Formado primeiramente em Arquitetura pela "Escola de Belas Artes de Paris", interessou-se assim pela relação entre o movimento humano e o espaço que o cerca.
Em seu profundo estudo sobre os movimentos do corpo, Laban rompeu com a dança acadêmica vigente na época, trazendo uma dança que tinha relação entre o espaço, movimento e ritmo. Dentre todo o seu estudo, conversamos mais precisamente sobre os Fatores do Movimento, que são eles: fluência, espaço, peso e tempo.
            Depois de expor quem foi Laban e qual foi o seu trabalho, convidamos os acadêmicos a realizar algumas atividades propostas. Em linhas gerais, os acadêmicos entenderam qual era a proposta e cooperaram formidavelmente, e mesmo sendo um de seus primeiros contatos com esse estilo de dança, eles se empenharam ao máximo, ampliando assim o repertorio de vivências corporais.





UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE – UNICENTRO
DEPARTAMENTO DE ARTE-EDUCAÇÃO

IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO:
CONTEÚDOS:
Espaço, peso, tempo, fluência, improvisação em dança.
OBJETIVOS:
Instigar nos participantes a descoberta de movimentos corporais e de um corpo que se expressa, tendo como base o sistema Laban.
METODOLOGIA:
No primeiro momento da oficina será ofertado aos participantes exercícios de aquecimento, haverá em seguida uma breve fala sobre o sistema Laban através de slides, logo após os participantes desenvolverão  movimentos corporais em duplas, os participantes desenvolverão desenhos em folhas A4, a partir destes desenhos devem criar movimentos conforme a imaginação lhes permite, também haverá exercícios de improvisação em dança, o objetivo da parte final da oficina é que os participantes criem performances em grupos de quatro pessoas, após este momento haverá uma roda de conversas, para que os participantes tenham a oportunidade de relatar suas experiências durante a oficina.

CRONOGRAMA:
Duração
Atividade
15 minutos
Explicação do sistema Laban
15 minutos
Aquecimento
30 Minutos
Investigação do sistema Laban
30 Minutos
Desenho corporal
15 Minutos
Intervalo
30 Minutos
Exercício com vendas
25 minutos
Composição de performance dos grupos
10 Minutos
Exercícios de relaxamento
10 Minutos
Roda de conversa

RECURSOS:
Giz de cera, papel A4, canetinhas, cartolinas, vendas, Projetor, Notebook e pendrive e caixa de som.

AVALIAÇÃO:
Analisar como os participantes absorveram e desenvolveram as práticas.

REFERÊNCIA:
MOMMENSOHN, Maria; PETRELLA, Paulo (Org.). Reflexões sobre Laban, o mestre do movimento. São Paulo: Summus, 2006.


sexta-feira, 29 de abril de 2016

Sobre as férias de verão...

Enquanto pibidianos, não podemos ficar parados!


As férias escolares de janeiro chegaram, e com elas muito preparo através de pesquisa e leituras. Uma proposta pensada foi a de um amigo secreto diferente: presentearíamos uns aos outros com textos, artigos ou editais a serem lidos neste mês. Eis alguns dos textos lidos:


  • ARTE-TECNOLOGIA: DO DISPOSITIVO AO HIBRIDISMO PÓS-MODERNO, por Cláudio Aleixo Rocha;
  • PROFESSORAS ARTISTAS: REFLEXÕES SOBRE O FAZER ARTÍSTICO E A PRÁTICA DOCENTE, por Patriciane Teresinha Born e Luciana Gruppelli Loponte;
  • A IMAGEM DIGITAL DO CELULAR OU LUPA ÓPTICA? OS RECURSOS TECNOLÓGICOS NAS AULAS DE ARTES, por Maria Cristina Blanco;
  • TEATRO E DANÇA: REPERTÓRIOS PARA A EDUCAÇÃO, por Ingrid Dormien Koudela;
  • ARTE-EDUCAÇÃO, EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSÃO NA ESCOLA:A PRÁXIS, por Neli Klix Freitas;
  • ENSINO DA ARTE NA ESCOLA PÚBLICA E ASPECTOS DA POLÍTICA EDUCACIONAL: CONTEXTO E PERSPECTIVAS, por Karina Barra Gomes e Sonia Martins de Almeida Nogueira;
  • PROCESSOS HÍBRIDOS E NOVAS MÍDIAS, por Andre Martins da Matta e Célio Martins da Matta;
  • ARTE CONTEMPORÂNEA NO ESPAÇO ESCOLAR, por Josiane Cardoso Tesch e Clóvis Vergara;
  • O ENSINO DE ARTES VISUAIS NA ESCOLA NO CONTEXTO DA INCLUSÃO, por Lucia Reily.
Todos os textos lidos foram escritos por nomes de formados, mestres ou doutores em alguma linguagem artística ou de interligação, e escrevem pelas universidades e faculdades do ensino de Arte de todo o Brasil. Como o curso de Arte, na Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO) preza-se, sobretudo, no estudo e prática de Arte Contemporânea, os artigos foram escolhidos para este mesmo fim. Isso mostra como o Pibid é um programa de grande valia e empreendimento: além de preparar-se para a escola (enquanto futuros professores), prepara-se, também, para o próprio curso e para as experiencias que este poderá oferecer.
Além dos textos do amigo secreto, foi solicitado a escolha de algum artigo dos Anais da Jornada de Pesquisa em Arte PPG IA/UNESP 2015 - Edição Internacional. Entre centenas de textos interessantes, a escolha não foi fácil!
Para quem se interessar:
http://iaunespjornada2015.blogspot.com.br/2015/06/anais.html

Depois do mês de leituras, as férias acabaram. 
Em nossas reuniões semanais, socializamos nossos apontamentos e aprendizados com os textos lidos.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Oficina: Introdução aos Boomwhackers

A oficina de introdução aos boomwhackers foi realizada no dia 14 de abril de 2016 pelos bolsistas Isabel Cristina Rickli Ramos, Gabriel Fonseca Rodrigues, Jully Nava Latczuk, Claudemir Paraguai e Danieli Hösel Miranda do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência - PIBID – Música/Arte. Foi realizada no Laboratório de Arte Unicentro (barracão) e teve duração de três horas (das 9h às 12h). O público escolhido foras os acadêmicos do curso de Arte.
Primeiramente foi apresentada a origem do instrumento, as possíveis formas de tocar, a pessoa que trouxe para o Brasil e alguns vídeos exemplificando. Em um segundo momento, todos experimentaram os boomwhackes, as variadas formas de tocar, a combinação das notas. Após isso, foram feitas algumas dinâmicas para compreender melhor o funcionamento instrumento, como por exemplo, um dominó com as cores e notas. Também houve a execução de algumas músicas e técnicas para a harmonia do grupo. Por último, foi explicado o que é o PIBID e, numa roda de conversa, a exposição das impressões sobre a oficina.

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE – UNICENTRO
DEPARTAMENTO DE ARTE-EDUCAÇÃO

IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO:

LOCAL DE EXECUÇÃO: Laboratório de Arte Unicentro (Bloco H)
PÚBLICO: Acadêmicos de Arte da Unicentro (25 vagas)
DURAÇÃO: 3hs
PERÍODO: 14 de abril de 2016
HORÁRIO DE EXECUÇÃO: 09h00min às 12h00min
EQUIPE PROPONENTE: Isabel Cristina Rickli Ramos, Gabriel Fonseca Rodrigues, Jully Nava Latczuk, Claudemir Paraguai e Danieli Hösel Miranda


CARACTERIZAÇÃO DA PROPOSTA TÉCNICA:
TÍTULO: INTRODUÇÃO AOS BOOMWHACKERS

CONTEÚDOS:
Técnica instrumental de Boomwhackers; fundamentos da música (melodia)

OBJETIVOS:
·         Realizar performance musical coletiva;
·         Despertar percepção auditiva.

CONTEXTUALIZAÇÃO TEÓRICA:
Em agosto de 2013, chegou ao Brasil um instrumento peculiar, os Boomwhackers, através do pesquisador e arranjador Uirá Kuhlmann que trabalha com esse desde 2010, onde criou um método inovador para a execução de músicas, através de cartelas, como um jogo de prática instrumental.
Os Boomwhackers são tubos melódicos percussivos de plástico, semelhante a PVC, em escala cromática de duas oitavas e meia em Dó Maior, leves e coloridos:
Cada tudo possui uma nota fixa afinada em uma respectiva cor. A definição das cores foi pensada relacionando a matemática dos intervalos com o conceito de formação de cores: o vermelho no DÓ, o amarelo no MI e o azul no SOL# formam as cores primarias e distribuem a relação de intervalos musicais de maneira equidistante nas terças maiores (dois tons). As cores secundarias aparecem nas notas intermediarias (laranja no RÉ, verde no FÁ#, violeta no LÁ#) (KUHLMANN, 2015).

Há várias maneiras de percutir Boomwhackers, batendo-os no chão, no corpo, um no outro, na palma da mão, no pé, na parede, etc. Pode ser tocado livremente e com movimentos, como caminhando, por exemplo.
            O método do professor Uirá Kuhlmann, dá-se, a performance, a partir de cartelas com um jogo de palavras divididas silabicamente e coloridas, a cor da silaba segue a cor do tubo a ser percutido.

METODOLOGIA:
Iniciando a oficina com a recepção dos oficineiros com apresentação e uma conversa sobre o PIBID, e a área de atuação, e como acontecerá essa aula.
A partir de vídeos e apresentação em slides, será apresentado à turma o conjunto de instrumentos idiofônicos Boomwhackers. E utilizando o método do professor Uirá Kuhlmann, os oficineiros farão experimentações nos instrumentos.
Para a prática de técnica instrumental, serão entregues cartelas, como um jogo de palavras coloridas de acordo com a cor do tubo, para a execução de músicas folclóricas, como “o sapo não lava o pé” e “a linda rosa juvenil”.

CRONOGRAMA:
DURAÇÃO
ATIVIDADE
10’
Conversa inicial
20’
Apresentação do instrumento
30’
Experimentações
30’
Execução de “O Sapo Não Lava o Pé”
15’
Intervalo
60’
Execução de outras músicas
15’
Roda de conversa

RECURSOS:
Notebook, Datashow, caixa de som, Boomwhackers, cartelas.

REFERÊNCIAS:
KUHLMANN, Uirá. Música para Cartelas e Tubos Percussivos. São Paulo: Doremifabooks, 2015.