sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Projeto de ensino Guarapuava, cara de quem ? Em sua fase de pré-finalização

Estamos na reta final do projeto de ensino Guarapuava, cara de quem ? O projeto tem como foco a Música, porém ele foi além dos limites somente dessa linguagem artística abrangendo outras linguagens da Arte. Tendo como tema norteador a cultura regional especificamente da cidade de Guarapuava, onde seu estudo se fez necessário para que o aluno compreenda sua sociedade e cultura. É importante trabalhar com algo que é do cotidiano do aluno fazendo-se assim o conteúdo significativo para o aluno.

O projeto engloba vinte planos de aula, diferenciados para cada turma onde o projeto está sendo aplicado. Podemos observar que esses subprojetos iram ter produtos finais diferentes entre eles: Radio Novela, videodança, Pintura em tela, teatro de boneco, dança fandango, e entre outros. Agora estamos finalizando os projetos e analisando-os. Em breve postaremos sobre a finalização, resultados e analises. Posto algumas fotos  de alguns processos que estão na fase de finalização.

Fotos do alunos Leni, no processo de pintura em tela:


Fotos do alunos Leni, fazendo música com copos





Partitura Gráfica com alunos do 9º do Colégio Bibiana 


terça-feira, 7 de outubro de 2014

O Fandango em Sala de Aula - Breve Relato de Experiência

Olá minha gente bonita! 

Vamos dançar?



Durante o desenvolvimento do projeto do PIBID deste ano nós bolsistas realizamos várias pesquisas referentes a cultura Paranaense e Guarapuavana e uma das coisas que mais nos chamou atenção no desenvolvimento do projeto foi a presença do Fandango no Paraná ligado a uma forte corrente histórica e artística.
E por este motivo não poderia de maneira alguma ficar de fora das nossas aulas. No Colégio Estadual Leni Marlene Jacob apliquei primeiramente do 2º ano do ensino médio juntamente com a acadêmica Aglaê sob orientação da professora regente Juliana e o resultado foi surpreendente!
A principio, confesso, que tive um pouco de medo. Medo de não envolver a turma, não só na dança, mas também na contextualização histórica, sendo que meu principal objetivo era fazer com que o aluno se sentisse parte daquilo, uma vez que este respira a cultura paranaense.
O primeiro passo foi contextualizar, relembrar períodos e acontecimentos que marcaram a sociedade brasileira desde os descobrimento do país. Depois associar a contextualização histórica com a artística, para que o aluno entendesse o surgimento e a importância do fandango para a nossa cultura.
Neste momento os alunos mostraram-se muito participativos, relembrando histórias dos avós, experiencias com dança, associando a arte e a história e principalmente lançando um olhar crítico sobre a rica cultura de um Estado que acaba sendo pouco difundida nas escolas. 
Comentário instigantes foram surgindo no decorrer da aula, como por exemplo: "Achei que o fandango era só gaúcho",  "Eles não precisavam dançar tão cobertas como as prendas gaúchas porque no litoral era muito calor", "Será que não machucava os pés dançar com esses tamancos?"... 
E depois de um debate incrível sobre o tema partimos para a prática! 
Escolhi a música "Pé vermelho" do Grupo Herança, os alunos formaram pares, e começamos a dança! Primeiro com marcações e passos valsados, típicos do fandango, depois com a trocas de pares e assim as principais características da dança foram aparecendo sem eu ter que falar nada! Uma dança com movimentos vivos, alegres e descontraídos, cheia de risos, educação e cumplicidade com os colegas que não sabiam dançar! Nenhum aluno ficou de fora, afinal nem as professoras ficaram paradas! 
Saí da sala realizada! Sei que estas experiencias no PIBID me servem de estimulo para seguir a carreira docente!
Espero que este meu breve relato sirva de motivação a vocês professores de arte, para que se apaixonem cada dia mais pela profissão e pelas vivencias que só a diversidade de uma sala de aula pode nos proporcionar. 

Se você quer saber um pouco mais sobre a história do fandango, já tem um post aqui no blog contando tudo pra você, é só clicar AQUI.

Contem suas experiencias aqui nos comentários, vou amar!
Beijos, Daniele Gerber! 


https://www.youtube.com/watch?v=1caMyHCLNHA
Pé vermelho- Grupo Herança

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Circulando Alegria!!!!

Oi Galera!

Durante a Mostra de Arte realizado entre os dias 28 de julho á 8 de agosto, com diversas mostras de trabalhos realizados pelo acadêmicos do curso no primeiro semestre, houve uma oficina ministrada pelas pibidianas do 4º ano, Emanueli e Julia, onde o tema foi Danças Circulares!  A oficina foi realizada no período da manha no dia 05 de agosto, e a turma escolhido foi o 1º ano A do Colégio Estadual Bibiana Bitencourt.



Segue o Plano de aula:


IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO:
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE – UNICENTRO
DEPARTAMENTO DE ARTE-EDUCAÇÃO
LOCAL DE EXECUÇÃO: Laboratório de Artes Unicentro
PÚBLICO:  1º A Colégio Bibiana
DURAÇÃO: 4 horas
PERÍODO:  Manhã
HORÁRIO DE EXECUÇÃO: 8h 30mim as 11h 50mim.
EQUIPE PROPONENTE:  Emanueli Kingeriski de Campos e Julia Caroline de Matos
CARACTERIZAÇÃO DA PROPOSTA TÉCNICA
TÍTULO:
Circulando Alegria

CONTEÚDO:
Dança Circular

OBJETIVO :

Estimular a interatividade do grupo, ampliando a percepção, atenção e a concentração, para incentivar o sujeito a expressar suas vivências, integrando o corpo, alma e movimento, viabilizando o auto conhecimento e a expressão individual e coletiva.


METODOLOGIA

A presente  proposta integra um projeto pibidiano de trazer até a universidade, os alunos do Colégio Bibiana. Os alunos chegarão até o campus da Unicentro às oito horas e trinta minutos, serão direcionados até o laboratório de Arte Educação. Em um primeiro momento as pibidianas irão apresentar o tema da proposta aos alunos, que trata-se das danças circulares, onde um grupo de pessoas em circulo, de mãos dadas, segue uma coreografia que é orientada pela focalizadora. Ao longo da música, os passos se repetem, criando uma seqüência rítmica de fácil compreensão e execução. Após um breve diálogo será promovido um aquecimento em preparação às práticas corporais. Após aquecidos, os alunos iniciarão a dinâmica do baralho, com a orientação das pibidianas. Serão desenvolvidas três danças circulares. Em seguida haverá um lanche preparado para os alunos. Após o intervalo acontecerão mais duas danças circulares. Em conclusão à este momento, haverá uma conversa, troca das experiências vivenciadas e também a finalização da dinâmica do baralho.
O próximo momento com os alunos será uma visita guiada para a exposição de Artes Visuais, que faz parte do Simpósio do curso de Arte Educação. Os minutos que se seguem serão para a organização dos alunos e o retorno á escola.

CRONOGRAMA:
DURAÇÃO

ATIVIDADE
15’
Apresentação e explicação da proposta
20’
Preparação corporal
25’
Dinâmica do baralho
15’
1ª Roda
15’
2ª Roda
15’
3ª Roda
30’
Intervalo e lanche
10’
4ª Roda
10’
5ª Roda
10’
Finalização das rodas e do baralho
20’
Visita Guiada para a Exposição de artes visuais
15’
Organização dos alunos para voltarem para a escola



FUNDAMENTAÇÃO

Aspectos como a socialização, o desenvolvimento integral dos sujeitos, perpassam esferas além das curriculares previamente estabelecidas no ensino. A educação do sensível pode ser favorecida – e estimulada – pela arte. A presente proposta, por sua vez, ao trazer a dança como conteúdo, aborda aspectos relativos à corpo e movimento, corpo e expressão criativa. O contexto da dança circular, de um modo específico, instiga os participantes a quebrar hierarquias. A experiência sensível da roda se traduz em uma vivencia coletiva que permite aos sujeitos a compreensão do ser e estar como peça fundamental em um lócus socialmente construído.
"Ao dançar, o mundo é de novo circulado e passado de mão em mão. Cada ponto na periferia do circulo é ao mesmo tempo um ponto de retorno.”(WOSIEN,2000; p. 120).


RECURSOS:
notebook, caixa de som, espaço amplo.

REFERÊNCIAS
http://www.dancascirculares.org/ acessado em 09 jul.2014.


CONCLUSÕES 

Os alunos se mostraram interessados durante todo o período da dança, o mais incrível foi que nenhum deixou de participar, para eles estava sendo uma experiência nova, pois nunca tinham ouvido falar de Danças Circulares. Outro momento marcante foi a abertura do baralho, onde todos deveriam pegar uma carta do baralho e essa seria sua carta até o fim da dança, depois de todos com a sua respectiva carta, elas foram juntadas no centro e seria escolhido apenas uma para definir o grupo, e a carta que nos definiu foi a carta da GRATIDÃO, o que mais uma vez nos surpreendeu, pois parecia que havia algo mágico entre nós, algo que não tem explicação e só quem dança uma roda de dança circular  consegue entender!

Fotos da oficina: 

























é isso ai!!! bj bj Manu aqui

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Oficina de Percepção Corporal em Dança

Olá pessoal, como estão?






            Estamos aqui para relatar um pouco sobre a nossa oficina na Mostra de Arte da Unicentro que ocorreu do dia 2 a 8 de agosto de 2014.
Nesta semana todos os anos do curso de arte-educação apresentaram os resultados de atividades desenvolvidas durante o primeiro semestre que contam com exposições de artes visuais, apresentações de teatro, dança e música abertas a comunidade em geral. É uma experiência gratificante poder participar deste evento.
            A fim de aumentar o repertório dos alunos dos Colégios conveniados ao PIBID e incentivá-los a vivenciar novas experiências artísticas foram criadas oficinas para algumas turmas e aplicadas no barracão de arte da Unicentro.
A turma do 7º A ano do Colégio Leni Marlene Jacob, foi uma das escolhidas para participar da oficina de dança, no dia oito de agosto.
            O conteúdo escolhido para a oficina foi percepção corporal na dança, com os objetivos de:
·         Perceber como o corpo se comporta;
·         Perceber o ambiente;
·         Relaxar e estar receptível à experiência proposta.
 Com um corpo livre de preocupações, atento e relaxado ao mesmo tempo os alunos experimentaram movimentações que representavam alguns dos elementos formais de Laban como tempo e espaço.
Com base no que foi proposto, os alunos criaram movimentações que expressavam os sentimentos naquele momento, voltados a dança contemporânea.
            De acordo com o planejamento desta oficina, o trabalho foi direcionado à imaginação e expressão corporal do aluno a partir de exercícios com a proposta de união entre mente e corpo.
            Caminhar pela sala percebendo o local, as pessoas, olhar para os objetos e falar o nome deles, caminhar rapidamente, lentamente e normal foram alguns dos exercícios que conduziram a oficina.
 Após o aquecimento e alongamento os alunos puderam assistir a vídeos que continham características dos elementos formais da dança e a partir disso experimentar a dança livremente.
Foi incrível a maneira que todos participaram e se “entregaram” a cada atividade proposta, não só os alunos, mas também a professora de arte da turma e a pedagoga que estava os acompanhando. Todos participaram sem receios, dançaram, riram, se divertiram e é claro, aprenderam!
           
Beijos, Dani, Bruna e Taty :*

            Segue a baixo os links utilizados:
ANEXOS:
https://www.youtube.com/watch?v=uPSZpjgdG5M
https://www.youtube.com/watch?v=Me3RLudDLhg
https://www.youtube.com/watch?v=jP3fYcCtPRQ

https://www.youtube.com/watch?v=1mfNu6o7uHo

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Apresentações de Trabalhos

Neste início do mês de setembro, as pibidianas apresentaram posteres no XI Simpósio de Arte-Educação: dialogando com as tecnologias e no IV Fórum das Licenciaturas/VI Encontro do PIBID/II Encontro do PRODOCÊNCIA. Os posteres se referiam a três resumos expandidos diferenciados:

IV Fórum das Licenciaturas/VI Encontro do PIBID/II Encontro do PRODOCÊNCIA.
  • VIVÊNCIA ACADÊMICA NAS AULAS DE ARTE DA ESCOLA ESTADUAL PROFª LENI MARLENE JACOB escrito pelas alunas Bruna Zapotoczny, Isabel Cristina Rickli Ramos, Lais Stadler de Campos, e com orientação e acompanhamento das professoras Daiane Solange Stoeberl da Cunha e Juliana Teixeira. O resumo foi elaborado após a observação das aulas de arte na Escola Estadual Leni Marlene Jacob desde o inicio dos trabalhos do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência – PIBID de 2014, tendo como foco o comportamento dos alunos, a postura tomada pela professora, à realidade escolar, resultados educacionais e pontos considerados importantes pelas bolsistas chegou-se aos atuais relatos sobre essas observações, além da análise do Projeto  Político Pedagógico da escola em questão.

Da esquerda para a direita: Bruna, Professora Daiane,

Isabel e Laís. 

Bruna e Isabel no XI simpósio de Arte-Educação.

As acadêmicas explicando o resumo no

XI simpósio de Arte-Educação.



Isabel e Bruna no fórum das licenciaturas.

































    • O PIBID E A REALIDADE ESCOLAR: CONHECENDO O COLÉGIO BIBIANA BITENCOURT escrito pelas acadêmicas Carolina Siqueira e Emanueli Kingeriski de Campos com acompanhamento e orientação das professoras Daiane S. S. Da Cunha e Denise Cristina Holzer. Este resumo pretende abordar os principais aspectos do Projeto Político Pedagógico (PPP) do Colégio Estadual Bibiana Bitencourt, assim como as vivências durante o primeiro semestre do ano de 2014 do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência- PIBID – Música/Arte neste colégio.
         Da esquerda para a direita: Professora Denise,
         Professora Daiane, Emanueli e Carolina no

        XI simpósio de Arte-Educação.











  • Carolina no fórum das Licenciaturas.

















  • RELATO SOBRE A PRáTICA AUTORRETRATO E COLCHA DE RETALHOS escrito pelas acadêmicas Jessica Przygocki e Júlia Caroline de Matos, com acompanhamento e orientação das professroras Daiane S. S. da Cunha e Denise Cristina Holzer.  O texto relata a prática docente, realizada no Colégio Bibiana Bitencourt, tendo a professora Denise C. Holzer como professora de arte e supervisora do PIBID. No primeiro semestre de 2014, os acadêmicos bolsistas do PIBID Música, realizaram observações e monitoria das aulas de arte. E este relato diz respeito ao processo criativo desenvolvido com os alunos em que através do estudo da história da arte e a produção dos autorretratos de diversos artistas, os alunos fizeram autorretratos e retratos dos colegas. A finalização desse trabalho se deu em uma colcha de retalhos com trabalhos da turma toda. 

   Da esquerda para a direita: professora Denise,
         Jessica e Professora Daiane no

  XI simpósio de Arte-Educação.

Jessica e Júlia no fórum das Licenciaturas

























Estes resumos e outros são encontrados nos anais do XI Simpósio de Arte-Educação: Dialogando com as Tecnologias

jogos teatrais

                No primeiro dia da 1° Mostra de Arte 2014, as pibidianas Carolina Siqueira, Jessica Przygocki e Maiquiele Silva ministraram uma oficina de jogos teatrais com a metodologia da Viola Spolin para os alunos do 9°ano A do Colégio Estadual Bibiana Bitencourt. A oficina aconteceu no Laboratório de Arte (Barracão), no espaço cênico, onde os alunos praticaram jogos em grupo com orientação das pibidianas.
            Os jogos teatrais trabalhados com os alunos foram o revezamento com objetos, nesse jogo os alunos ficaram bastante eufóricos, já que o jogo é baseado na disputa de times. No próximo jogo que era o nó os alunos apresentaram muita dificuldade não conseguindo desfaze-lo. Então tivemos que explicar a dinâmica do jogo novamente e pedir muita concentração, com isso os alunos conseguiram ter o resultado esperado.
            Os jogos que os alunos mais gostaram foram câmera lenta: pegar e congelar e queimada além de estimular a imaginação, concentração. Esses jogos trazem ao aluno um pouco de adrenalina por ter que jogarem em grupos diferentes, onde um perde e o outro ganha. Porém as pibidianas também avaliavam qual grupo estava realmente imaginando a bola ou então realmente andando em câmera lenta e isso fazia que eles prestassem atenção em seus movimentos e imaginação.
            Ao voltarem do intervalo foi propostos jogos que tinham como característica mais concentração, atenção e participação do grupo como um todo, além de estimularem a imaginação. Os jogos eram o quem iniciou o movimento, parte de um todod, blablação, os alunos participaram bastante desses jogos que são mais calmos com a mesma disposição dos jogos anteriores mostrando como estavam gostando da oficina.Os alunos ainda participaram de uma visita guiada à exposição de artes visuais, que contava com produções artísticas das disciplinas do primeiro semestre de 2014 dos alunos do 2° e 3° ano do curso de Arte-Educação.






Plano da oficina

IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO:
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE – UNICENTRO
DEPARTAMENTO DE ARTE-EDUCAÇÃO
LOCAL DE EXECUÇÃO: UNICENTRO
PÚBLICO: Colégio Estadual Bibiana Bitencourt- Turma 9° ano A
DURAÇÃO: 3h40 min
PERÍODO:
HORÁRIO DE EXECUÇÃO: 08h20min às 12h
EQUIPE PROPONENTE: Carolina Cordeiro Siqueira
                                          Jessica Bianca Przygocki
                                          Maiquiele Trajanowiski da Silva
CARACTERIZAÇÃO DA PROPOSTA TÉCNICA

PLANO DE AULA

CONTEÚDOS:
            Jogos Teatrais

CONTEXTUALIZAÇÃO TEÓRICA:
A importância de se trabalhar conceitos formais de teatro de forma lúdica, é que o aluno se sente estimulado a experimentar situações de seu cotidiano, e assimilar conceitos fundadores do teatro de maneira envolvente.
Os jogos teatrais podem trazer frescor e vitalidade para a sala de aula. As oficinas de jogos teatrais não são designadas como passa tempos do currículo, mas sim como complementos para a aprendizagem escolar, ampliando a consciência de problemas e ideias fundamental para o desenvolvimento intelectual dos alunos. (SPOLIN, 2012, p.29)
A partir do momento que o aluno entende o modo de improvisar na prática de jogos teatrais ele estará preparada para improvisar em diversas práticas e em sua vida cotidiana, dessa maneira ele ampliou o seu repertório de uma forma lúdica.

OBJETIVOS:
·         Estimular a imaginação, criatividade, lateralidade, motricidade e atenção dos alunos;

METODOLOGIA:
·         Visita Guiada- Guiar os alunos na exposição de Artes visuais do curso de Arte da Unicentro.
·         Conversar com os alunos sobre como acontecera a oficina e comentar sobre jogos teatrais, qual é sua metodologia, sua importante e entre outros assuntos pertinente ao conteúdo.
·         Propor atividades que Viola Spolin trás em seu livro “jogos teatrais na sala de aula”, sendo escolhidas para essa oficina algumas brincadeiras que serão comentadas abaixo.
·         Primeiro jogo será o Revezamento com objeto- o primeiro jogador de cada grupo deve correr ate o gol e toca-lo, voltar e entregar o objeto para o próximo jogador e assim sucessivamente até que todos os jogadores tenham tido sua vez e um dos grupos ganhados. Para melhores informações consulte o livro na pagina 55.
·         Ruas e Vielas um jogo de pega- pega com obstáculos, estes obstáculos são os demais integrantes da brincadeira. Consulte o livro na pagina 59.
·         Jogo do Nó- Os jogadores formam um circulo com as mãos dadas, perceberem quem é o são os jogadores que estão ao seu lado, depois devem soltar as mãos e caminhar pelo espaço (este deve ser estipulado e os alunos consigam dar as mãos). Depois devem parar e alcançar a mãos dos colegas que eram seu par (direita e esquerda) fazendo o nó. Eles devem voltar à posição original da roda sem que soltem as mãos desfazendo o nó. Atividade encontrada na pagina 61 do livro de Viola.
·         Câmera lenta: pegar e congelar- Jogo de pega- pega em câmara lenta. Para melhor compreensão do jogo leia a pagina 66.
·         Cabo de guerra: os jogadores devem puxar os outros da equipe adversaria fazendo-os atravessar a linha do centro exatamente como no jogo cabo-de-guerra, porém a corda deve ser imaginada. Este jogo se encontra na pagina 83 do livro.
·         Quem iniciou o Movimento? : Jogo onde os integrantes do grupo tentam ocultar o jogador que inicia o movimento que é repetido por todos. Para mais detalhes leia o jogo na pagina 105 do livro.
·         Parte de um todo: Atividade- Um jogador deverá escolher uma atividade e a inicia-la , quando está for sendo entendi pelos demais jogadores estes devem entrar para se tornar parte do todo, e da atividade. Jogo disponível para leitura na pagina 115 do livro de Spolin.
·         Blablação: Introdução- Os jogadores devem manter uma conversação como se estivessem falando uma língua desconhecida, sem usar palavras que tenham sentindo. Os jogadores devem conversar como se fizesse perfeito sentido. Este jogo se encontra na pagina 183 para maiores informações.


CRONOGRAMA:

DURAÇÃO

ATIVIDADE
15 min
Visita guiada
10 min
Explicação da proposta
10 min
Revezamento com objeto
15 min
Ruas e vielas
20 min
Jogo do Nó
30 min
Câmera lenta: pegar e congelar
15 min
Intervalo
10 min
Cabo de guerra
20 min
Queimada
15 min
Quem iniciou o movimento
20 min
Parte de um todo: atividade
10 min
Blablação: introdução
15 min
Visita guiada



RECURSOS:
            Bolas.

REFERÊNCIA :

SPOLIN, Viola. Jogos teatrais na sala de aula: um manual para o professor. Trad. Ingrid Dormien Koudela. São Paulo: Perspectiva,2012.